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Jornalista, escritor, editor e consultor cultural.

Na Cultura todo investimento é lucro

 

Um consultor para a Cultura

Sou um profissional com duas formações superiores - Direito e Comunicação Social - especializado em Cultura, área à qual me dedico desde 1965, que vive e trabalha na Cidade do Rio de Janeiro. Presto consultoria, ofereço serviços, assessoro, apoio, ajudo a pessoas físicas e jurídicas, públicas e privadas, instituições e empresas, a participar do universo cultural, na condição de criadores, promotores, editores ou divulgadores culturais.

Possuo uma visão sócio-antropológica, aberta e contemporânea, da Cultura. Isto é, vejo a Cultura como a expressão plena, a mais fiel e verdadeira, de uma comunidade, de um povo. Não encarcero ou reduzo a Cultura à produção de uma classe social, econômica ou política, nem a delimito a regiões geográficas ou a categorias da ciência ou da arte. Compreendo a Cultura como o resultado de todas as possibilidades de uma nação, o retrato da capacidade de sua gente. Entendo a Cultura como todos os instrumentos e soluções de um grupo e de todos os grupos sociais: o que uma nação possui e de que dispõe para viver e conviver melhor, para sonhar, pensar, criar e fazer, para crescer no sentido de sua realização, afirmação, desenvolvimento e felicidade. Uma nação se vê, se reconhece e se justifica na sua Cultura.

Estou no mercado, nas áreas pública e privada, criando, realizando e administrando ações culturais que atendem, que satisfazem a essas demandas, viabilizando idéias e concepções. Elaboro projetos e presto inúmeros serviços culturais. Transformo idéias, talentos e recursos em produtos, obras, eventos, em realizações culturais. Conhecimento, planejamento, parcerias, tecnologia, qualidade, excelência, retornos importantes, sucesso, multiplicação - lucros culturais, lucros financeiros - eis as marcas da minha atuação.

Trabalhando em parceria com profissionais de diversas áreas do conhecimento, da criação e da realização da Cultura, eu, , planejo, fundamento, subsidio, sustento intelectualmente, divulgo, em duas palavras: faço cultura. Uma ampla e diversificada demanda cultural ferve e se movimenta todos os dias, refletindo a pluralidade e a riqueza da Cultura Brasileira.

O meu escritório está instalado na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.




Quem é ?

Quem sou eu?

Trabalho individualmente e em parceria, em cooperação, com diversas empresas e profissionais que habitam ou tangenciam as áreas culturais. Assim, são meus parceiros empresas e profissionais do Direito, Arquitetura, Design, Decoração, Engenharia, Comunicação Social, Música, Dança, Teatro, Cinema, Vídeo, Televisão, Artes Plásticas, Fotografia, etc.



(Marcelo Nóbrega da Câmara Torres - Angra dos Reis, 1950), jornalista, crítico, ensaísta, editor, consultor cultural, é formado em Direito e em Comunicação Social, pela Universidade Federal Fluminense - UFF. Atua, desde 1968, como criador, crítico, técnico e administrador, acumulando vivências e realizações nos mais diversas áreas da Cultura. É aposentado como Consultor Legislativo do Senado Federal, função conquistada por concurso público de provas e títulos, promovido pela Universidade de Brasília - UnB, durante todo o ano de 1984.

Aos quinze anos de idade, estudante do 1ª série do Curso Clássico, do Colégio Salesiano Santa Rosa, em Niterói, RJ, foi admitido como secretário-datilógrafo do Sindicato dos Professores de Niterói e São Gonçalo. Três anos depois, trabalha como secretário particular do pai, José Augusto da Câmara Torres, então Secretário de Interior e Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Em 1970, com vinte anos, é aprovado em concurso público de provas e títulos e toma posse no cargo de Secretário de Juízo (escrivão de justiça) de Terceira Entrância, do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro, sendo lotado na Comarca de Niterói, RJ. No ano seguinte, é nomeado Oficial de Gabinete do Secretário de Estado do Trabalho e Serviço Social do Estado do Rio de Janeiro. De 1971 a 1976, serve no Gabinete do Secretário do Interior e Justiça do Estado do Rio de Janeiro. A partir de 1976, atua no Gabinete do Desembargador Corregedor da Justiça do Estado do Rio de Janeiro, no Tribunal de Justiça. Em 1977, pede demissão do cargo e função de Secretário de Juízo do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro e assume, em Brasília, assessoria especial do Ministro de Estado do Trabalho, como Jornalista, Redator e Técnico de Comunicação Social, da Coordenadoria de Comunicação Social do Ministério do Trabalho. Em janeiro de 1978, é nomeado Assessor de Imprensa do Ministro de Estado do Trabalho, função que exerce até fevereiro de 1979, quando é contratado, em Brasília, pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira - CEPLAC, como Técnico de Comunicação Social, para ocupar o cargo de Coordenador Nacional de Comunicação Social, onde cria, implanta e administra o primeiro modelo de administração sistêmica da Comunicação Social na área pública do País. A partir de 1983, acumula essa função com a de Assessor Parlamentar da CEPLAC no Congresso Nacional (Câmara dos Deputados e Senado Federal). Em fevereiro de 1985, após ser aprovado em concurso público de provas e títulos, ingressa no Senado Federal.

Na Consultoria Legislativa do Senado Federal, de fevereiro de 1985 a julho de 1993, integrou o Núcleo de Pronunciamentos Parlamentares, elaborando centenas de trabalhos (discursos, proposições legislativas, pareceres, estudos, pesquisas, respostas a consultas etc.) sobre os mais variados assuntos e assessorando todos os Senadores, especialmente nos temas sociais, da Administração, da Política, do Direito e da Cultura (Sociologia, Antropologia, Folclore, Estética, História e Artes). Além dos temas e questões ligados à Cultura Brasileira e ao Estado do Rio de Janeiro, desincumbiu-se como especialista nos assuntos do cacau, do chocolate e dos cultivos agrícolas tropicais perenes.

Nesse período, foi o único Assessor para Assuntos da Cultura no Senado Federal – SF, e no Congresso Nacional – CN, e da Assembléia Nacional Constituinte – ANC (1987-8). Nesta, elaborou o anteprojeto de Constituição para a Cultura, desenvolvendo, pela primeira vez no País, a tese dos Direitos Culturais, adotada pela Constituição vigente, assessorando os Relatores: o Senador João Calmon, em nível de Subcomissão; e os Deputados Artur da Távola, em nível de Comissão Temática, e Bernardo Cabral, Relator Geral da Assembléia, na Comissão de Sistematização. Construiu e inseriu, pela primeira vez na Carta Magna, o conceito de "Patrimônio Imaterial" e seus elementos, hoje difundido em toda a legislação especializada e no universo da Cultura. Na ANC, foi, ainda, um dos Assessores nas áreas da Educação e da Comunicação Social. Em 1988, estudioso dos temas afro-brasileiros, responsabilizou-se pelos trabalhos relativos ao Centenário da Abolição da Escravatura (pareceres, pronunciamentos etc.) e à criação da Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura.

A partir de 1988, firmou-se como especialista em Direitos Culturais e nos temas da Cultura/Cultura Brasileira dentro e fora do Congresso Nacional, publicando e prestando assessoria sobre o assunto. Trabalhou no Projeto de Lei que regulamenta os Direitos Culturais, em proposições complementares aos dispositivos constitucionais da Cultura e em outras relativas a diversos capítulos da Constituição. De 1988 a 1993, prestou ininterrupta assessoria legislativa e parlamentar ao Senador Maurício Corrêa (PDT-DF), e, em várias oportunidades, às lideranças e às bancadas do Partido Democrático Trabalhista no Senado Federal e na Câmara dos Deputados, e à Frente Parlamentar Nacionalista.

De janeiro de 1991 a maio de 1993, desempenhou-se como Assessor Legislativo (exclusivo) e Político, e Editor do Senador Darcy Ribeiro no Senado Federal, criando e editando a revista Carta' do Senador Darcy Ribeiro, considerada, então, a melhor publicação cultural do País. De agosto de 1991 a fevereiro de 1992, durante licenciamento de Darcy Ribeiro, foi o Consultor Legislativo (exclusivo) do Senador Abdias Nascimento, quando desenvolveu vários trabalhos no campo da Cultura Afro-Brasileira. Em 1993, como Assessor de Darcy Ribeiro, seu editor e articulista, colaborou, no Congresso Nacional, com a Frente Republicana Presidencialista, na campanha do Plebiscito sobre sistema e regime de governo.

Em julho de 1993, é cedido pelo Senado Federal ao Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio de Janeiro, onde vai assessorar o Presidente da Corte até 1997 como Redator, Editor e nos assuntos da Cultura. Nesta função, concebe e planeja o Centro Cultural do TRE-RJ - Palácio Judiciário da Cidadania, sendo o autor do Plano Diretor da instituição, hoje transformada em Centro Cultural da Justiça Eleitoral, com sede no belo e histórico edifício da Rua Primeiro de Março, 42, no Centro da Cidade do Rio de Janeiro. Em 1997, é requisitado pela Câmara dos Deputados, onde assessora os Deputados Moreira Franco (PMDB-RJ) e Alexandre Santos (PSDB-RJ). Em janeiro de 2000, aposenta-se como Consultor Legislativo do Senado Federal.

Possui vasto currículo profissional como técnico, executivo e em funções de consultoria e assessoramento superior nos setores público e privado.

Especificamente nas áreas da Cultura e da Comunicação, conviveu e trabalhou com Emmanuel de Bragança Macedo Soares, Rubens Falcão, Johnny Alf, Anselmo Macieira, Artur da Távola, Claudio Santoro, Darcy Ribeiro, Abdias Nascimento, Bautista Vidal, Roberto Menescal, Cris Delanno, entre outros intelectuais, cientistas, artistas e personalidades da Cultura Brasileira.

Destacam-se, ainda, nas áreas da Cultura e da Comunicação, as seguintes realizações e trabalhos de :

  • Coordenador da Barraca de Paraty (produtos da economia e da cultura paratyenses) na Feira da Bondade, promovida pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro (Praia de Icaraí, Niterói, RJ, 1968).

  • Ator do elenco de figurantes da novela O semi-deus, de Janete Clair, direção de Walter Avancini, da Rede Globo de Televisão (Rio de Janeiro, RJ, 1973).

  • Ator do primeiro elenco do Grupo de Teatro da UFF, sob a direção de Ronaldo Mendonça (Niterói, RJ, 1973-4).

  • Humorista do jornal O Fluminense, Niterói, RJ, 1973-4.

  • Humorista, com coluna diária, do Diário de Notícias, Rio de Janeiro, RJ, 1974.

  • Produtor do show musical Nós, com o pianista, cantor e compositor Johnny Alf (Teatro Leopoldo Fróes, Niterói, RJ, março de 1974).

  • Realizador (planejamento, coordenação e apresentação) do I Festival Fluminense do Folclore - Música e Dança Folclóricas de Paraty, Angra dos Reis e Campos (Comissão Fluminense de Folclore, Secretaria Estadual de Educação e Cultura do Estado do Rio de Janeiro e Flumitur, Niterói, RJ, 1974)

  • Secretário da Revista da Comissão Fluminense do Folclore (Niterói, RJ, 1974-5).

  • Ator Profissional no Rio de Janeiro, RJ, integrante do elenco do espetáculo Senhor Rei Senhora Rainha, de Benjamin Santos, premiada pelo FNT, em cartaz no Teatro Gláucio Gil, em 1974, com outras apresentações no Estado, sob a direção do autor. (No universo do Teatro, foi aluno de Sérgio Brito, Bárbara Heliodora, Henrique Oscar, Yan Michalski, B. de Paiva, Pernambuco de Oliveira, Ronaldo Mendonça, entre outros.)

  • Repórter (Reportagem Geral e Repórter Especial) do Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, RJ, 1975.

  • Humorista, com coluna três vezes por semana, do Diário de Notícias, Rio de Janeiro, RJ, 1975.

  • Assessor e Redator da Assessoria de Imprensa do Senhor Ministro de Estado do Trabalho, Brasília, DF, de junho de 1977 a janeiro de 1978.

  • Repórter (Reportagem Geral) de O Globo, Sucursal Brasília-DF, 1977.

  • Colunista de Humor do Jornal de Brasília, DF (1977-8).

  • Assessor de Imprensa do Senhor Ministro de Estado do Trabalho, Brasília, DF, de janeiro de 1978 a fevereiro de 1979.

  • Coordenador Nacional de Comunicação Social da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira - CEPLAC, de fevereiro de 1979 a fevereiro de 1985.

  • Organizador e administrador da exposição permanente (fotos e textos) Cacau – Riqueza Brasileira, na sede da Ceplac - Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, em Brasília, DF, de 1979 a 1984.

  • Criou e estruturou em 1979, administrando até 1985, a Galeria Ceplac, que promoveu os trabalhos de artistas plásticos das regiões produtoras de cacau do País, de jovens da Capital Federal, expondo, também, obras de nomes nacionalmente consagrados (Brasília, DF). No período, planejou, realizou e divulgou a arte de Rubico, Sante Scaldaferri, Emanuel Araújo, Nice Nascimento, Darlan Rosa, Ralph Gehre, Benguela, Kennedy Bahia, Angela Bely, entre outros. No mesmo espaço, planejou, realizou e divulgou os lançamentos, na Capital Federal, dos livros: Sila - uma cangaceira de Lampião, de Ilda Ribeiro de Souza e Israel Araújo Orrico, e Canto da Boca, de Ana Castro.

  • Coordenou a execução nacional da Programação Oficial do Jubileu de Prata da Ceplac, Brasília, DF, 1982.

  • Colunista de Cultura do Jornal de Brasília, DF (1982-3).

  • No universo do cacau e do chocolate, planejou e executou atividades de relações públicas locais (Brasília), nacionais e internacionais com países produtores e consumidores, seus órgãos técnicos, econômicos e culturais, representações diplomáticas e setores de comunicação social, organizando reuniões, exposições e feiras nacionais do setor, e encontros internacionais da Aliança dos Países Produtores de Cacau (de 1979 a 1985).

  • Criou, em 1979, e administrou até 1985, o Cineclube Ceplac (cinema de arte), dirigido aos servidores da instituição (Brasília, DF).

  • Primeiro Diretor Cultural da Associação dos Funcionários da Ceplac-Brasília – AFC-Brasília (DF, 1982).

  • Diretor cultural do Elos Clube de Brasília, DF, filiado ao Elos Internacional da Comunidade Lusíada (1982-3).

  • Lançou, em Brasília, DF, o filme Verde Vinho, produção luso-brasileira, direção de Manuel Gama, com Paulo Alexandre e Dionísio Azevedo (1983).

  • Humorista da revista O Espelho, Brasília, DF, 1983.

  • Assessor Parlamentar da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira - CEPLAC junto à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal, Brasília, DF, 1983-5.

  • Realizador da primeira e única missão oficial do Governo do Brasil, de promoção do cacau brasileiro no exterior, na 50ª Grüne Woche, maior feira internacional do setor primário (Berlim, Alemanha, 1985), sendo, também, o autor das peças de divulgação (publicação e painéis) e responsável pelos trabalhos de relações públicas internacionais.

  • Por concurso público de provas e títulos realizado pela Universidade de Brasília, em fevereiro de 1985 ingressa no Senado Federal como Assessor Parlamentar, depois Assessor Legislativo e, finalmente, Consultor Legislativo do Senado Federal, Brasília, DF. Aposentou-se em janeiro de 2000.

  • Consultor do Instituto de Pesquisas e Assessoria aos Congressistas - IPEAC, onde elaborou trabalhos para os membros da Câmara dos Deputados (Brasília, DF, 1986-8).

  • Membro do Conselho Consultivo do Centenário da Abolição da Escravatura, por Ato do então Ministro da Cultura, Celso Furtado (Brasília, DF, 1988).

  • Concebeu, assessorou e viabilizou o projeto que deu o nome de Teatro Nacional Claudio Santoro ao antigo Teatro Nacional de Brasília (DF, 1989).

  • Autor do estatuto constitutivo da Fundação Claudio Santoro, hoje transformada na Associação Claudio Santoro, com sede em Brasília, DF (1989-90).

  • Membro da Confraria do periódico de Cultura Letras Fluminenses, Niterói, RJ, 1989-90.

  • Elaborou a Política Cultural do Programa de Governo da Frente Popular (PDT, PSDB, PSB, PC do B e PV), que disputou as eleições no Distrito Federal em 1990.

  • Elaborou a plataforma eleitoral para a Cultura da candidatura de Leonel Brizola à Presidência da República em 1993.

  • Desde 1993, é Consultor de Cachaças, prestando serviços a empresas, a engenhos artesanais e destilarias industriais, instituições, eventos, governos e personalidades, e passa a ser o primeiro Degustador de Cachaças a se profissionalizar no mundo, após criar as normas e critérios sensoriais para a degustação do destilado brasileiro. Entre os trabalhos de Consultoria de Cachaças que realiza, estão os Planos de Negócios para empreendedores, as Análises Sensoriais e emissão de Laudos Técnicos sobre produtos de diversas marcas; e a direção de Sessões de Degustação. Também, desde 1993, ministra Cursos e Treinamentos pioneiros, palestras e conferências em várias cidades do País, para as mais diversas clientelas.

  • Requisitado pela Justiça Eleitoral, assessorou os Presidentes do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio de Janeiro, como Redator e Revisor, bem como nas áreas da Administração, do Direito e da Cultura, de 1993 a 1997.

  • Idealizou, fundou e presidiu, em Ipanema, Rio de Janeiro, RJ, a Confraria do Copo Furado, primeira instituição cultural dedicada ao estudo, promoção e divulgação da cachaça, que, 1994 a 1997, reuniu degustadores e apreciadores do destilado, com repercussões internacionais para a bebida brasileira.

  • Em 1995, como presidente da Confraria, comandou a homenagem da entidade aos 82 anos de nascimento de Vinicius de Moraes, realizada na Toca do Vinicius, sendo o autor da pesquisa e seleção de textos de poesia e prosa do poeta, que construiu o recital na ocasião, realizado pelo locutor Corrêa de Araújo e pelo ator Orlando Drummond (Ipanema, Rio de Janeiro, RJ).

  • Criou, em Ipanema, Rio de Janeiro, RJ, o projeto cultural Memória é Vida, que homenageia habitantes do bairro que se tornaram grandes personagens da Cultura Brasileira e Universal, iniciando a sua execução nos anos de 1996-7, fixando placas de bronze nos frontispícios dos imóveis onde viveram Antonio Carlos Jobim, Newton Mendonça, Vinicius de Moraes e Rubem Braga.

  • Responsável pela coluna Prazer Brasileiro (a primeira sobre cachaça na Imprensa) no Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, RJ, 1997.

  • Responsável pela pesquisa histórica, redação, apresentação dos homenageados e mestre de cerimônias da Galeria dos Presidentes do TRE-RJ (Rio de Janeiro, RJ, outubro de 1997).

  • Requisitado, serviu como Consultor Legislativo à Câmara dos Deputados, Brasília, DF, de 1997 a 2000.

  • Consultor da empresa Garapa Doida, primeira e única loja de cachaças da cidade do Rio de Janeiro, RJ, de 1997 a 2004.

  • Integrou o júri do Concurso de Drinques do Festival da Pinga de Paraty, RJ, de 1999.

  • Criou, pela primeira vez no mundo, as normas e critérios sensoriais para a degustação da cachaça (Rio de Janeiro, RJ, 2000).

  • Produtor Executivo do CD Caminhos cruzados - Cris Delanno canta Newton Mendonça, primeiro projeto fonográfico que registrou a obra de autoria exclusiva do compositor e raridades da dupla Newton Mendonça-Antonio Carlos Jobim, a mais importante da Bossa Nova, sendo o responsável pela sua concepção e pesquisa, e autor dos textos do álbum (Rio de Janeiro, RJ, 2002). O álbum foi considerado, pelo crítico e historiador Tárik de Souza do Jornal do Brasil, um dos melhores e mais importantes da Música Popular Brasileira do ano de 2002.

  • Dirigiu a degustação da cachaça na Folia Gastronômica - Festival de Paraty, realizada em Paraty, RJ, em 2003 e 2004, evento nacional que divulga a culinária e a cultura caiçaras, realização da ACIP - Associação Comercial e Industrial de Paraty, com o apoio da Prefeitura Municipal de Paraty, Banco do Brasil, Sebrae, Senac e outras instituições. Em 2004, proferiu a palestra Cachaça de Paraty: cultura, arte e excelência.

  • Jornalista "interno" no Sanatório da Notícia - http://sanatoriodanoticia.blogspot.com - de Sérgio Siqueira (Brasília, DF), onde publica seus textos no espaço CÂMARA & CASCUDOS, a partir de outubro de 2008.

  • Foto: Bruno Lira

Marcelo Câmara é membro: do Ateneu Angrense de Letras e Artes (Angra dos Reis, RJ) ocupante da Cadeira nº 1, patronímica de Raul Pompéia; do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (Natal, RN); da Sociedade Brasileira de Eslavística (SP); da Associação dos Escritores, Pesquisadores e Divulgadores da Música Popular Brasileira do Rio de Janeiro (RJ); e da Sociedade Brasileira Frederico Chopin (Brasília, DF). Possui: o título de Cidadão Paratyense (Câmara Municipal de Paraty); a Ordem do Mérito Araribóia (Prefeitura Municipal de Niterói, RJ); a Medalha do Mérito Cultural Brasil dos Reis (Câmara Municipal de Angra dos Reis, RJ); a Medalha do Mérito Fagundes Varela, do município de Rio Claro, RJ; o Diploma de Honra ao Mérito Funcional, do Senado Federal, nos 180 Anos do Congresso Nacional; e o Colar de Cunhãbebe (Ateneu Angrense de Letras e Artes, Angra dos Reis, RJ). Recebeu em 1972, o título de Sambista Quatrocentão, do G. R. Escola de Samba Caçadores da Vila (Niterói, RJ). Foi inscrito no Livro de Ouro do Terceiro Centenário da Vila de N. S. dos Remédios de Paraty, em 8.9.1967. Em 1989, conquistou o 2º Prêmio do Concurso Nacional de Poesia Brasil dos Reis (Angra dos Reis, RJ).

Possui o Registro Profissional de Jornalista: nº 12.531 DRT-RJ (1977).


De janeiro de 2000 a abril de 2006, foi o diretor, consultor sênior, administrador e um dos sócios-proprietários da Ilha Verde - Consultoria, Comércio e Serviços Culturais Ltda., Rio de Janeiro, RJ, empresa que desenvolveu as seguintes atividades:

  • Divulgação e lançamento do livro Ipanema de A a Z - Dicionário da vida ipanemense (AA Cohen Ed., Rio de Janeiro, RJ), de Mário Peixoto, com a colaboração de Marcelo Câmara.

  • Assessoria para criação, edição e lançamento do website Yellow Submarine, a primeira e única loja da Internet especializada em Beatles da América Latina e a maior do gênero na rede mundial, que esteve em atividade de outubro de 2000 a abril de 2005.

  • Produção e divulgação nacional do show Encontros, com a cantora Geny Martins, na Casa de Cultura Laura Alvim, Ipanema, RJ, em 16 e 23 de novembro de 2000.

  • Produção e divulgação nacional e internacional, em 2002, do CD Caminhos Cruzados - Cris Delanno canta Newton Mendonça, estréia da empresa como produtora fonográfica, filiada à SOCIMPRO. O álbum trouxe, pela primeira vez, a obra de autoria exclusiva de Newton Mendonça, primeiro e fundamental parceiro de Antonio Carlos Jobim. A produção musical, direção artística e arranjos couberam a Roberto Menescal, que também participa do disco como violonista e guitarrista. No mesmo ano, a Ilha Verde licenciou o álbum, para a Nikita Music, que o lançou, comercialmente, em 2003 e 2004, no mercado brasileiro sob o título Cris Delanno canta Newton Mendonça. O álbum foi considerado, pelo crítico e historiador Tárik de Souza do Jornal do Brasil, um dos melhores e mais importantes da Música Popular Brasileira do ano de 2002.

  • Criação do texto da peça publicitária e promocional (folder de oito lâminas), de lançamento da Cachaça do Barão, produto lançado no País e no mercado internacional em 2004 (CorpBrasil / AgroZurita, São Paulo, SP, 2003).

  • Edição e divulgação nacional do livro O pianista que pensava, de Osvaldo Nunes Filho, com ilustrações de Millôr Fernandes e desenho da capa de Chico Caruso (Rio de Janeiro, RJ, 2004).

  • Realização de dezenas de palestras sobre o universo sociocultural e econômico da cachaça e sessões de degustação de cachaças para empresas, instituições, governos, eventos e personalidades em todo País, de janeiro de 2000 a agosto de 2006.


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